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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

"O que deve motivar a nossa vida?"

Um dia um rapaz veio a mim e perguntou-me: "O que deve motivar a nossa vida, em todos os aspectos?

A minha resposta foi bem simples,

JESUS CRISTO!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A Cruz nos Ensina a Obediência - João Calvino


1. O Senhor tem ainda uma outra razão para afligir seus filhos, a de provar sua paciência e ensinar-lhes a obediência.

Certamente, os cristãos não podem mostrar outra obediência a não ser aquela recebida pelas mãos de Deus; Ele se agrada em provar e demonstrar as graças que tem conferido a Seus santos, pois, de outro modo, permaneceriam ocultas e seriam inúteis.

Quando os servos de Deus manifestam abertamente seus dons de fortaleza e firmeza em meio a seus sofrimentos, a Escritura lhes confirma que Deus esta provando-os em sua paciência.

Vejamos o que diz Gênesis 22.1: "E aconteceu depois destas coisas que provou Deus a Abraão..." O patriarca provou que sua devoção era autêntica pois, não recusou sacrificar a seu filho Isaque.

Por este motivo, Pedro declara que nossa fé é provada por meio das tribulações, assim como se prova o ouro por meio do fogo.

2. Quem pode negar a necessidade que este precioso dom da paciência, que o crente tem recebido de Deus, seja aperfeiçoado na prática de maneira que o Senhor possa ver os crentes no exercício do mesmo? Ademais, se não fosse assim, nunca chegaríamos a apreciá-lo como é devido.

Deus mesmo atua a tempo para que estas virtudes não cheguem a ser obscuras e inúteis, oferecendo-nos uma ocasião para pô-las em prática.

Esta é, sem dúvida, uma das melhores razões para provar aos santos, que é por meio da aflição que aprendem a exercitar a paciência.

3. Os cristãos também são instruídos por meio da cruz para a obediência, porque desta maneira aprendem a seguir os desejos de Deus e não os seus próprios.

Se tudo fosse conforme os seus desejos, não entenderiam o que na realidade significa seguir a Deus.

Sêneca disse que havia um antigo costume pelo qual se exortava as pessoas a sobressaírem-se das adversidades recordando estas palavras: "Segue a Deus."

Isto implica que o homem se submete ao jugo de Deus só quando voluntariamente aceita a disciplina com a humildade de uma criancinha.

Portanto, se é razoável que nos mostremos obedientes a nosso Pai celestial em todas as coisas, não podemos negar-lhe o direito de usar o meio que Ele escolhe para acostumar Seus filhos a praticar esta obediência. Ver Gen. 22.1,2 e 1 Ped. 1.7.



segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Um Pregador (parte 4) - Um Pregador Com Suas Notas 2 - Darrin Patrick


Aproximando-se do Púlpito

Manuscrito do Sermão

Pregadores não são atores. Nós não temos que memorizar nosso “script”, no entanto muitos pregadores efetivos tomam um manuscrito de12 páginas no púlpito. Da mesma forma, pastores não são comediantes stand-up. Nós não estamos requerendo “pegar o estado” armado apenas com alguns pensamentos descritos num pedaço de papel, no entanto muitos pulpiteiros usam apenas um simples esboço. Há méritos e retrocessos para ambas as aproximações radicalmente diferentes. Um manuscrito completo lhe permite elaborar frases que tendem a grudar na mente do ouvinte. O manuscrito procura lhe proteger de tangentes que podem levá-lo longe dos pontos principais do texto. A desvantagem de um manuscrito é que você está mais sujeito a interagir com suas notas do que com Deus e o povo. É difícil seguir a pontualidade do Espírito quando você está trancado em uma direção especifica.


Usando Esboços

Os benefícios de um esboço é que você mantêm uma grande figura diante de você e tende você a se mover consistentemente naquela direção. Usar algumas notas significa que o contato de olhos e a interação com as pessoas acontecerão mais freqüentemente. Muitas pessoas que usam esboços dizem que vão ao púlpito com a sensação de liberdade e confiança que eles não conseguem com um manuscrito. A desvantagem de um esboço é que é mais fácil esquecer detalhes importantes do texto. Pregadores com esboço tendem a pregar longamente porque são tentados a perseguir pensamentos que os ocorrem no momento da pregação. Também, humor e ilustrações de improviso são normalmente subdesenvolvidos e podem não cobrir seu propósito pretendido.


Algo no Meio

Eu uso algo no meio entre um esboço e um manuscrito. Eu copio certas partes verbais do sermão. As partes são frases que penso que me ajudarão a expor o texto, frases que ficarão com o povo. Eu normalmente concluo o sermão deixando as pessoas com perguntas para mastigarem. Quando faço isso, eu as escrevo cuidadosamente e normalmente projetando-as na tela para focar a congregação nas perguntas. Mas também ando no púlpito com pontos balas que ressaltam as grandes idéias que quero comunicar. Isso me permite manter o sermão se movendo para frente num fluxo lógico, e mais importante, deixo a sala ouvir o Senhor no “momento da pregação”. Eu posso acampar num verso particular ou saltar numa ilustração particular como o Espírito guia. Não há uma maneira bíblica prescrita para prepara e entregar seu sermão, o que significa que você tem liberdade de explorar seu estilo particular de como você prepara o sermão e proclama o evangelho. Se divirta dando uma olhada nessa de série no blog de Joshua Harris, onde ele posta notas de pregação de vários pastores bem conhecidos, lhe mostrando o que eles levam consigo ao púlpito.


FIM


Fonte: The Resurgence

Tradução: Wallace Phelipe C. Alves


Primeira parte

Segunda parte

Terceira parte

Um Pregador (parte 3) - Um Pregador Com Suas Notas 1 - Darrin Patrick


Formando Sermões

Estilos de Pregação

Em seminários e conversas com outros pregadores, parece que todos que falam comigo sobre pregação me perguntam a mesma coisa: Você é um contador de histórias ou um exegeta? Você é topical ou exposital? Você prega narrativamente ou proposicionalmente? Minha resposta a essas perguntas é “Sim, e amém!” A Bíblia nos mostra todas essas coisas. A Bíblia tem maravilhosas, histórias bem elaboradas, mas às vezes simplesmente reporta fatos e proposições. Os autores bíblicos ensinam uma variedade de tópicos e eles freqüentemente fazem tão adiante ponto por ponto através de outros textos. Algumas passagens tomam giros e dão voltas do que você espera, usando metáforas e simbolismos, enquanto outras passagens focam mandamentos claros e imperativos. Por isso as Escrituras contêm vários tipos de sermões e vários gêneros literários, não há maneiras prescritas para se pregar um texto. Se você está indo pregar leia a Bíblia, logo nós temos que elaborar e comunicar nossas mensagens das mais variadas maneiras.


Medindo Sermões

Minha abordagem para a pregação é como desenrolar um tapete. Quando me mudei primeiro para St. Louis, eu desenrolei o tapete como um pastor bi-vocacional. Desenrolar tapete requer vários passos. Primeiro, o tapete deve ser medido e cortado para fazê-lo caber exatamente no espaço. Contudo o tapete deve ser esticado para que ele não fique enrugado uma vez que esteja no chão. E finalmente, o bom “desenrolador” de tapete aprende como esconder as costuras para que você não veja pedaços individuais metidos juntos lado a lado, mas em vez disso, ver o chão coberto pelo o que parece como um único pedaço de tapete.

Nós “medimos” nossos sermões por fazer uma erudição excelente em nossa preparação. Nós aprendemos os parâmetros de um texto e formamos nossos pensamentos na estrutura do texto. Nós recobramos os pontos principais do nosso texto e o permitimos guiar nosso sermão. Nós “esticamos” nossos sermões por cobrir os pontos mais importantes do texto. Nós pedimos ao Espírito Santo nos ajudar a discernir quais pontos deixar e quais deixar para um outro sermão. Por último, nós comunicamos as verdades do texto de uma forma que “alise as rugas”, permitindo as pessoas a aplicarem as verdades da Escritura de uma forma que segure a forma pretendida do autor.


Escondendo as Costuras

Nós escondemos as costuras por ensinar verdades bíblicas de uma maneira que é compreensível e “pareça” linear, mesmo se o texto em si não seja necessariamente linear na sua progressão de pensamentos. De forma semelhante, porque a Bíblia é uma singular, grande história, contendo pequenas histórias, nós podemos fazer qualquer texto “parecer” narrativo. Os sermões devem ter uma progressão lógica se é para serem entendido. E muitos sermões devem entrelaçar a pequena história do texto à grande história da Bíblia. Quando os sermões “parecem” lineares e narrativos, eles alcançam uma extensa variedade de pessoas, do artista ao engenheiro.


Fonte: The Resurgence

Tradução: Wallace Phelipe C. Alves



Primeira parte

Segunda Parte

Cristianismo Missional - parte 3 (final)


Por Phelipe

O terceiro e último ponto do que significa ser um cristão missional é: SE DISPOR A SER ENVIADO.

Quando nos reportamos ao texto de Isaías 6 podemos ler sobre uma grande visão que o profeta Isaías teve no ano em que morreu o rei Uzias. Ele viu ao Senhor assentado em um alto e sublime trono, uma incrível visão da glória de Deus. Depois de está diante da presença santa do Senhor, ele pôde vê sua pecaminosidade quando declara, “Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos”(v.5).

Agora que estava quebrantado, humilhado e sujeito a Deus ao ouvir a grande pergunta do Senhor, “A quem enviarei, e quem há de ir por nós?” (v.8), se dispôs imediatamente a ser enviado à grande nação de Israel para proclamar as palavras do Senhor e chamá-los ao arrependimento quando respondeu, “Eis-me aqui, envia-me a mim” (v.8).

Quanto a nós, se realmente temos visto a glória de Deus revelada na pessoa do Senhor Jesus Cristo, que é a manifestação perfeita de Sua glória (Jo 1:14; Cl 1:15), como Isaías viu a do Senhor e se apresentou disposto a ser enviado para anunciar as palavras de Deus a sua própria nação, devemos nos apresentar diante de Deus com uma resposta semelhante a dele, para proclamarmos as palavras do Senhor a nossa nação que cada vez mais está entrando em uma escuridão profunda por causa do pecado, para que eles vejam a luz da Sua glória e encontrem a salvação que há em Cristo Jesus nosso Senhor.

Concluímos então que, o cristão missional é aquele que faz como Jesus fez, que quer glorificar a Deus e se dispõe a ser enviado.

Seja missional, glorifique a Deus com sua vida, é para isto que estamos aqui.


Que o Nome do Senhor seja grande entre as nações! (Ml 1:11)


Primeira parte

Segunda Parte