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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Um Pregador (parte 4) - Um Pregador Com Suas Notas 2 - Darrin Patrick


Aproximando-se do Púlpito

Manuscrito do Sermão

Pregadores não são atores. Nós não temos que memorizar nosso “script”, no entanto muitos pregadores efetivos tomam um manuscrito de12 páginas no púlpito. Da mesma forma, pastores não são comediantes stand-up. Nós não estamos requerendo “pegar o estado” armado apenas com alguns pensamentos descritos num pedaço de papel, no entanto muitos pulpiteiros usam apenas um simples esboço. Há méritos e retrocessos para ambas as aproximações radicalmente diferentes. Um manuscrito completo lhe permite elaborar frases que tendem a grudar na mente do ouvinte. O manuscrito procura lhe proteger de tangentes que podem levá-lo longe dos pontos principais do texto. A desvantagem de um manuscrito é que você está mais sujeito a interagir com suas notas do que com Deus e o povo. É difícil seguir a pontualidade do Espírito quando você está trancado em uma direção especifica.


Usando Esboços

Os benefícios de um esboço é que você mantêm uma grande figura diante de você e tende você a se mover consistentemente naquela direção. Usar algumas notas significa que o contato de olhos e a interação com as pessoas acontecerão mais freqüentemente. Muitas pessoas que usam esboços dizem que vão ao púlpito com a sensação de liberdade e confiança que eles não conseguem com um manuscrito. A desvantagem de um esboço é que é mais fácil esquecer detalhes importantes do texto. Pregadores com esboço tendem a pregar longamente porque são tentados a perseguir pensamentos que os ocorrem no momento da pregação. Também, humor e ilustrações de improviso são normalmente subdesenvolvidos e podem não cobrir seu propósito pretendido.


Algo no Meio

Eu uso algo no meio entre um esboço e um manuscrito. Eu copio certas partes verbais do sermão. As partes são frases que penso que me ajudarão a expor o texto, frases que ficarão com o povo. Eu normalmente concluo o sermão deixando as pessoas com perguntas para mastigarem. Quando faço isso, eu as escrevo cuidadosamente e normalmente projetando-as na tela para focar a congregação nas perguntas. Mas também ando no púlpito com pontos balas que ressaltam as grandes idéias que quero comunicar. Isso me permite manter o sermão se movendo para frente num fluxo lógico, e mais importante, deixo a sala ouvir o Senhor no “momento da pregação”. Eu posso acampar num verso particular ou saltar numa ilustração particular como o Espírito guia. Não há uma maneira bíblica prescrita para prepara e entregar seu sermão, o que significa que você tem liberdade de explorar seu estilo particular de como você prepara o sermão e proclama o evangelho. Se divirta dando uma olhada nessa de série no blog de Joshua Harris, onde ele posta notas de pregação de vários pastores bem conhecidos, lhe mostrando o que eles levam consigo ao púlpito.


FIM


Fonte: The Resurgence

Tradução: Wallace Phelipe C. Alves


Primeira parte

Segunda parte

Terceira parte

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