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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Pregando por Amor a Cristo


Por Phelipe

Mesmo depois de muito tempo pregando o evangelho do Senhor Jesus em várias congregações, nas ruas, para grupos e evangelizando um a um tive uma experiência que me ensinou muito.

Na noite retrasada estava em uma praça esperando minha namorada, enquanto a esperava, me deparei com um grupo de jovens que estavam jogando conversa fora e dando risada, (o que é muito comum em minha cidade; grupos principalmente de jovens conversando a noite pelas praças).

Veio a minha mente que era uma excelente oportunidade para lhes anunciar o evangelho, mas depois por lhes ver dando risadas e brincando pensei comigo “não vou lá atrapalhar eles e eu tô muito nervoso” e fiquei sentado em um banco.

Depois de alguns minutos sentado o Senhor me lembrou o que Jesus fez por mim, sua morte para me perdoar os pecados, sua ressurreição triunfante me trazendo uma vida nova e a vida eterna me livrando do julgamento vindouro. Então cai em mim e pensei “eles podem parecer está felizes, mas eles estão sem Cristo e perecerão se continuarem assim, o Senhor me amou e me livrou da condenação eterna, eu tenho que lhes anunciar tamanho amor”.

Naquele exato momento me levantei e fui corajosamente em direção aquele grupo e lhes anunciei a salvação em Jesus.

Sim, eu acredito na soberania de Deus, na eleição e todas essas coisas, mas quando me lembro do que foi feito por mim não posso ficar calado diante dos outros sem lhes contar que tamanho amor me concedeu Jesus.

Você também na se cale e anuncie a salvação em nosso Senhor Jesus.


“... ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores se converterão a Ti.”
- Salmo 91:13 –


Eu louvo a Deus por essa experiência!

A Glória de Cristo - John Owen

Havia uma glória invisível em tudo o que Cristo fez e sofreu na terra. Se as pessoas a tivessem visto, elas não teriam crucificado o Senhor da glória. Entretanto, aquela glória foi revelada a alguns; os discípulos “viram a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1.14).

Primeiro, vamos considerar a obediência de Cristo naquilo que Ele fez. Ele livremente escolheu obedecer. Ele disse: “Eu vim pra fazer a tua vontade, ó Deus”, antes de haver necessidade para Ele fazer essa vontade. Ele não era como nós, criaturas humanas, que necessariamente sempre estivemos sujeitos à lei de Deus. João Batista sabia que Jesus não tinha necessidade de ser batizado. Mas Cristo disse: “Deixai por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça” (Mt 3.15). Cristo voluntariamente Se identificou com os pecadores quando foi batizado.

Deus deu-Lhe honra e glória porque, pela Sua obediência, a Igreja toda se tornou justa (Rm 5.19). A obediência de Cristo a cada parte da lei foi perfeita. A lei era gloriosa quando os Dez Mandamentos foram escritos pelo dedo de Deus. Ela se torna mais gloriosa ainda quando é obedecida nos corações dos crentes. Mas é apenas na mais absoluta e perfeita obediência de Cristo que a santidade de Deus na lei é vista em sua glória total. “Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu” (Hb 5.8). O Senhor de todos, que fez a todos, viveu em estrita obediência possui a glória de Sua singularidade.

Ora, considerem a glória da obediência de Cristo demonstrada naquilo que Ele sofreu. Ninguém jamais pode medir a profundidade dos sofrimentos de Cristo. Podemos olhar para Ele sob o peso da ira de Deus, em Sua agonia o suor de sangue, nos Seus fortes gritos e lágrimas. Podemos olhar para Ele orando, sangrando, morrendo, fazendo da Sua alma uma oblação pelo pecado. “Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo de sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo foi ele atingido” (Isa 53.8). “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos” (Rm 11.33).

Quão glorioso é o Senhor Jesus aos olhos dos seus redimidos.


In: A obediência de Cristo

Via: Cinco Solas

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Quando Tempo e Espaço acabarem, estarei firme em Ti.

Letra de Brooke Fraser


Andando, tropeçando nessas pegadas

A caminho de casa, um lugar que eu nunca vi;

Estou mudando

Cada vez menos sonolenta

Feita de coisas diferentes de quando comecei

E tenho tido essa sensação o tempo todo

O dia aproxima-se rapidamente.

Quando o mundo desaparecer por debaixo de mim

Estarei firme* em Ti, ainda de pé

Quando os céus caírem e as montanhas prostrarem-se

Quando Tempo e Espaço acabarem

Estarei firme em Ti.

Há distração zunindo na minha cabeça

Dizendo que é mais fácil ficar nas sombras

Mas eu ouvi rumores da verdadeira realidade

Sussurros de um caminho bem iluminado.

Quando o mundo desaparecer por debaixo de mim

Estarei firme em Ti, ainda de pé

Quando os céus caírem e as montanhas prostrarem-se

Quando Tempo e Espaço acabarem

Estarei firme em Ti.

Tu fazes novas todas as coisas.

Quando o mundo desaparecer por debaixo de mim

Estarei firme em ti, ainda de pé

Quando os céus caírem e as montanhas prostrarem-se

Quando Tempo e Espaço acabarem

Estarei firme em ti.

Quando o mundo desaparecer por debaixo de mim

Estarei firme em ti, ainda de pé

Todos os medos e acusações debaixo de meus pés;

Quando Tempo e Espaço acabarem

Estarei firme em ti.


Shadowfeet (Tradução)

(uma canção que eu gosto muito - Armando)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Citação - Martin Lloyd-Jones

"Por que o homem sempre escolhe perecer? A resposta é que o homem se afastou de Deus, e em decorrência disso, sua natureza se tornou pevertida e pecaminosa. Toda inclinação do homem vai no rumo oposto ao de Deus. Por sua natureza, ele odeia Deus e sente que Deus se opõe a ele. Seu deus é ele mesmo, sua própria habilhidades e poderes, seus proprios desejos. Ele se opoe a todo conceito de Deus e as exigências que Deus faz a ele... Além disso, o homem gosta e cobiça as coisas que Deus proíbe, e desaprova as coisas e o tipo de vida que Deus o convoca a ter. Não existem afirmações simplesmente dogmaticas. Elas são fatos... Elas por si só explicam a desordem moral e as feúras que tão bem caracteriza a vida nos nossos dias."