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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Seis Princípios Bíblicos para o Culto Corporativo - Mark Driscoll


O Novo Testamento é claro que o povo de Deus está regularmente reunido para o culto corporativo. Isso é aparente pela freqüência do uso da palavra grega ekklesia, que simplesmente significa assembléia do povo de Deus reunido.

Da mesma forma, Hebreus 10:24-25 ordena, “E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros”. Quando o povo de Deus se reúne para o culto corporativo, os lideres da igreja devem assegura que os métodos que empregam alinham-se com seis princípios bíblicos para o culto.


1. O culto corporativo deve ser centrado em Deus

O culto não é uma ocasião para ouvirmos sermões sobre nós, cantar canções sobre nós, ou focar em como nos fazer sentir felizes inspirados. Desde que estamos inclinados a nos cultuar como ídolos, culto corporativo é uma importante ocasião para redirecionar nosso culto de volta a Deus.


2. O culto corporativo deve ser inteligível

O culto deve ser inteligível. Isso significa que não só o culto é conduzido em língua conhecida aos ouvintes, mas também que os termos técnicos doutrinais são explicados para que qualquer um entenda o que está sendo dito ou cantado. Isso também significa que o pastor não deve procura impressionar a congregação com seu vasto conhecimento de termos gregos e hebraicos, mas como João Calvino e os outros Reformadores argumentaram, ame seu povo falando-lhes claramente; o pastor deve querer que o povo seja impressionado com Jesus Cristo ao invés de consigo mesmo.


3. O culto corporativo deve ser sensibilizador

Porque há não cristão presentes nos encontros de culto corporativo, as pessoas que lideram esses encontros devem ser hospitaleiras com os não cristãos. Isso inclui que o pregador apresente o evangelho aos não cristãos, alguém explicando porque os encontros da igreja possuem certos elementos tais como a comunhão ou cânticos, e explicar os termos cristãos de maneira que permita que o não cristão entenda o que a Bíblia diz. Isso não significa que o culto inteiro seja sensibilista e designado principalmente como um encontro evangelístico, mas um esforço sincero é fazer com que o não cristão entenda e experimente o evangelho.


4. O culto corporativo não é egoísta

Se alguém quer expressar sua resposta pessoal a Deus de uma maneira que atraia a indevida atenção para eles e distraia a as outras respostas a Deus, eles devem fazer essa coisa em casa em privado. O encontro é para a resposta corporativa a Deus, não apenas resposta individual. No culto, Deus dá a Seu povo verdade, amor, esperança e vida, e qualquer um que distraia os outros de receberem o que Deus tem para eles e focarem em Deus precisa ser repreendido para que possa amadurecer e aprender a considerar os outros superiores a eles, como as Escrituras dizem.


5. O culto corporativo deve ter ordem

Enquanto a bíblia não prescreve ou descreve qualquer ordem de serviço no culto, é importante que tais encontros realmente funcionem com prevenção administrativa suficiente para ser útil e não frustrante ou distraente para os adoradores. Enquanto nem a igreja é perfeita, nem é o objetivo do culto corporativo encontra-se num desempenho impressionante, músicos que não podem manter o tempo, cantores que não podem cantar, auto-falantes com continuo feedbacks de áudio, as longas e estranhas pausas porque ninguém sabe o que está acontecendo ao lado, e pessoas falando em línguas ou profetizando fora da vez de uma maneira que a Bíblia proíbe, são todas coisa que distraem as pessoas de serem capazes de focarem em Deus e falsamente retrata Deus como caótico.


6. O culto corporativo deve ser missional

Os seres humanos, como portadores da imagem de Deus, são produtores de cultura, receptores e interpretes. Subseqüentemente, é sem sentido o cristão ignorar a cultura ou assumir cristianismo, é em si mesmo, uma cultura que existe separada das culturas nas quais a igreja existe. Para ser missional, o encontro da igreja tem que fitar a cultura em vez de ser uma subcultura importada de outro tempo ou lugar. Isso não significa que as antigas tradições (e.g. hinos, credos) não são usados, mas eles são usados porque contribuem para informar fielmente adoração de Deus em vez de perpetuar uma forma antiga que já não é a melhor para o ministério. Ainda, isso deve ser feito com grade reflexão teológica para não ligar a expressão artística e musica em ídolos.


Lembrando os elementos do culto corporativo

Quando o povo de Deus se reúne, os lideres da igreja também são requisitados para assegurar aquilo o que a Bíblia ordena que seja feito realmente seja feito. Há certos elementos que a Escritura prescreve para os serviços do culto corporativo reunidos como igreja. Muitos teólogos se referem a esses como elementos do culto corporativo, e eles incluem o seguinte:

1. Pregação (2 Timóteo 4:2)

2. Sacramentos do Batismo e da Mesa do Senhor (Mateus 28:19; 1 Coríntios 11:17-34)

3. Oração (1 Timóteo 2:1)

4. Leitura da Escritura (1 Timóteo 4:13)

5. Ofertas (2 Coríntios 8-9)

6. Canção e música (Colossense 3:16)

Deus em sua grande sabedoria tem dado princípios claros e práticos para guiar o culto corporativo de seu povo.



Fonte: The Resurgence

Tradução: Phelipe

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